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2014 é promissor para exportações, mas é preciso planejamento


TPB201402_04Planejar as ações de uma empresa é como montar uma equipe esportiva: primeiro traça-se a meta, o objetivo do momento, depois são feitos os planos de como conquistar o que foi definido. O planejamento estratégico de uma empresa é similar, é uma forma de colocar no papel a melhor tática para que possa ser tomada a decisão correta. Na década de 60 e 70, usava-se fazer planos quinquenais (de cinco anos) para definir os passos futuros da empresa.

No final dos anos 70, esta forma foi profundamente modificada porque o ambiente de negócios foi se tornando cada vez mais imprevisível e demandando cada vez mais flexibilidade deste plano. À medida que o processo de globalização começou, a competitividade cresceu e uma nova maneira de planejar surgiu – nasceu o conceito de inteligência de mercado ou de negócios, da sigla em inglês, “BI” (Business Intelligence). As empresas se tornaram cada vez mais internacionais e a revisão dos planos, bem como o detalhamento, mais frequentes.

O planejamento estratégico do Think Plastic Brazil passa primeiro pela fase de formulação, onde se define o objetivo, a duração e os meios, ou seja, a estratégia propriamente dita. Depois, é preciso definir o plano operacional, com as ações como participação em feiras, rodadas de negócios, quanto tempo duram e quais são os marcos críticos. Por fim, é preciso definir qual é o orçamento que se pode destinar para cada uma das ações elencadas. Definir indicadores e mecanismos de controle para certificar a conclusão ou não destas metas é o próximo passo.

Marco Wydra, gerente executivo do Programa, alerta sobre a importância de uma empresa planejar suas atividades caso pretenda lidar com o mercado internacional. “A exportação é uma ação contínua, não esporádica”, aponta o gestor, “faz parte da estratégia da empresa, da missão e da visão. Se envolve com todos os departamentos da empresa, desde a produção, logística, contas a pagar e a receber, até o marketing e os recursos humanos. Tudo é planejamento estratégico”, completa.

Comércio exterior nada mais é que um planejamento estratégico feito para a exportação, e é crucial para o sucesso e manutenção das operações internacionais de uma companhia que almeja o sucesso frente aos seus competidores no cenário. Marco afirma que a falta de planejamento faz a empresa investir desordenadamente, o que pode leva-la à conclusão equivocada de que não vale a pena exportar. “Se investe desordenadamente, você não apura resultados e vê custo ao invés de investimento, e então crê que não está dando resultado”, explica o executivo.

O ano de 2014 pode ser um bom ano para o setor do plástico. Diversos cenários indicam um fortalecimento da exportação, tais como o câmbio (previsão de alta para o dólar), e a retomada das economias avançadas dos EUA e Europa. E também está se cristalizando uma nova formação, o MINT (bloco econômico formado por México, Indonésia, Nigéria e Turquia). “Isso mostra que o continente africano espera um aumento no consumo, que as economias da África cresçam bastante e isso deve entrar no planejamento estratégico para não deixar passar a oportunidade”, ressalta Marco Wydra, que ainda aponta a Copa do Mundo como mais um fator favorável às exportações. Marco explica que a Apex-Brasil é patrocinadora oficial da Copa do Mundo e isso trará muita visibilidade e negócios para o setor. “Estes eventos esportivos são, hoje em dia, muito aproveitados para fazer negócios. A Apex-Brasil está criando projetos para trazer compradores internacionais para participarem de rodadas de negócios”, comenta.

Copa do Mundo e os compradores internacionais

O Programa Think Plastic Brazil orienta a feitura e manutenção do planejamento estratégico e fornece dados de mercado ao exportador de plástico, baseados em sua experiência de 10 anos participando em eventos internacionais e facilitando e fomentando relações comerciais entre exportadores brasileiros e importadores de todos os lados do globo. O Programa ajuda o empresário a entender a demanda, pesquisar a concorrência nesses países, as barreiras tarifárias, analisar o comportamento dos consumidores, os canais de distribuição, entre outros atributos. “A gente apoia as empresas associadas no processo de planejamento estratégico. Temos um módulo de Plano Básico para Exportação, comunicação constante com os associados e um departamento de inteligência comercial que incentiva as empresas a elaborarem o planejamento. Estamos dispostos a ajudar e apoiar esse processo”, predispõe-se Marco Wydra. Inclusive, o Think Plastic Brazil chama a atenção para a concepção do Plano Básico de Exportação. Este documento, que parte da estratégia da empresa, mostra um esqueleto de todos os pontos da elaboração do planejamento estratégico, como um norte a ser seguido.

As oportunidades aparecem, e é preciso abraça-las. Marco finaliza com a experiência de um executivo que já passou por diversos setores do comércio exterior: “a palavra-chave é ‘estratégia’. A exportação não pode ser considerada como uma ação isolada, faz parte da empresa e é uma ação contínua. Por meio da exportação a empresa recebe um ganho competitivo, aprende novas metodologias, e esse aprendizado também é útil no mercado nacional.”

O que você está esperando para começar a exportar? Entre em contato com o Programa Think Plastic Brazil pelo telefone +55 (11) 2418-4771 ou pelo e-mail faleconosco@thinkplasticbrazil.com e tire todas as suas dúvidas sobre como se tornar um associado.

 

Fonte: Think Plastic Brazil