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Simplás comemora 30 anos de olho nas tendências do futuro

Entidade que nasceu para integrar industriais do setor projeta avanço em ações de sustentabilidade econômica e ambiental

O Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) completou neste sábado (24 de agosto) três décadas de atuação. De origem regional, a entidade evoluiu para uma das mais representativas do país nas articulações do setor e da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast). Em solenidade na noite de sexta-feira (23), além da celebração do aniversário, também ocorreu a solenidade de apresentação da diretoria para o triênio 2019-2022 e outorga do Mérito Plástico Pietro Zanella – a principal honraria conferida pelo sindicato. Os homenageados desta edição são os empresários Leocádio Nonemacher (Sulbras Moldes e Plásticos) e Lourenço Stangherlin (Anodilar Indústria de Utilidades Domésticas).

Diretor da Natiplast Tecnologia em Polímeros, Gelson de Oliveira, 66 anos, torna-se o quinto presidente na história do Simplás. As vice-presidências ficam com o diretor da Lineform, Eugênio Misturini, 44 anos, e o diretor da Plasmosul, Orlando Marin, 61 anos, que já comandou a entidade por três gestões anteriormente (2004-2013). A nominata executiva se completa com Leocádio Nonemacher (Sulbras – 1º secretário), Paulo Francisco Weber (Pisani – 2º secretário), Mateus Bertolini Sonda (Plasmosul – 1º tesoureiro) e Jones Pellini (Kaballa – 2º tesoureiro).

Após duas gestões consecutivas à frente do sindicato (2013-2019), o diretor da Plásticos Itália, Jaime Lorandi, 59 anos, segue como diretor e passa a integrar o Conselho Fiscal. Também presidiram o Simplás nestes 30 anos os empresários João Francisco Muller (1995-2004), e Sérgio Ítalo Webber (1989-1995), que foi o primeiro.

“Cada presidente tem as suas ideias, as suas características e é justamente daí que o sindicato tira a sua força. Um novo presidente, quando assume, traz o seu jeito de liderar e assim traz novas contribuições para a entidade e o setor como um todo. É desta forma que pretendemos trabalhar: pensando sempre no benefício e na melhoria do nosso associado, porque todos fazemos parte deste grupo”, afirma Oliveira.

Missões, feiras, qualificação técnica e sustentabilidade

Ao longo de três décadas de atuação, o Simplás firmou identidade própria em pelo menos quatro grandes vetores de desenvolvimento, além da própria representação em pleitos e negociações setoriais: missões, feiras, qualificação técnica e sustentabilidade.

Na fundação da entidade, em 1989, a região já reunia muitas empresas de plásticos que buscavam uma representação própria e integração dos industriais do setor. A comissão para constituição do sindicato foi composta por mais de 20 indústrias plásticas. Desde a inauguração, a sede ficou na Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC). Já nas primeiras ações promovidas pelo Simplás estava a intenção de contribuir como órgão técnico e consultivo para o desenvolvimento do setor, indo além da representar as empresas na celebração de convenções ou acordos coletivos de trabalho e prestar orientações jurídicas. A promoção de palestras, seminários, cursos e participações em feiras já estava no DNA desde o final da década de 80.

O passo evolutivo natural foi a formação – que se tornou uma prática recorrente, com o tempo – das missões técnicas para os grandes eventos nacionais e internacionais do setor. Destacaram-se, no exterior, as participações em feiras na Argentina, na Itália, na China e, fundamentalmente, no grande referencial mundial do setor, a Feira K, em Dusseldörf, na Alemanha (que já tem missão do Simplás confirmada para outubro de 2019).

De frequentador a realizador de feiras: o Simplás avançou para a organização de uma das mais importantes exposições setoriais do país assinada por um sindicato industrial. Em cinco edições, de 2007 a 2015, a Plastech Brasil atraiu para Caxias do Sul (RS) e o polo plástico da Serra Gaúcha mais de mil expositores, quase 100 mil visitantes e, apenas nas duas últimas edições, movimentou mais de R$ 320 milhões em geração de negócios.

Nestes 30 anos, o Simplás também exerceu papel decisivo em um dos temas considerados mais sensíveis em praticamente todas as manifestações de associados: a qualificação da mão de obra. Graças a atuação do sindicato, o eixo transformador local passou a contar com uma série de alternativas de aprimoramento técnico, como a criação do curso de Tecnologia em Polímeros da Universidade de Caxias do Sul (UCS), da Escola Senai do Plástico e do curso técnico em Plásticos do Instituto Técnico Federal do Rio Grande do Sul (IFRS). Além das capacitações desenvolvidas e oferecidas pela própria entidade, como os cursos de Gestão na Prática e Liderança, em parceria com a Uniftec.

Assunto que adquiriu contornos de modismo entre alguns grupos em tempos recentes, a sustentabilidade já é realidade concreta na vida do Simplás desde os anos 1990. Na época, já surgiram debates e ações de promoção da reciclagem e as primeiras parcerias com entidades referenciais no descarte correto, como a Companhia de Desenvolvimento de Caxias do Sul (Codeca). Na década seguinte, a grande feira organizada pelo sindicato trouxe demonstração de economia circular na prática com o projeto Recicla Plastech Brasil, que começou a incluir a doação de milhares de bancos e lixeiras confeccionados com plástico reciclado, coletado no próprio evento, para escolas públicas.

Transformação para o futuro

Um novo paradigma foi estabelecido com o surgimento do projeto Plástico do Bem. Iniciativa que alia Educação Ambiental com inclusão social, em parceria didática com o instituto sócio-ambiental Plastivida e o Instituto Brasileiro do PVC, promovendo a capacitação de professores, alunos e alunas de escolas públicas municipais para a coleta, seleção, limpeza e destinação correta de artefatos plásticos pós-consumo. O material é posteriormente comercializado pelas escolas com a empresa Reciclados em Cristo, que remunera imediatamente as instituições de acordo com o volume recolhido.

O Plástico do Bem começou a ser implantado na rede pública municipal de Farroupilha (RS), em 2018, e avançou para Caxias do Sul (RS) em abril de 2019. Recentemente, ganhou expansão para o município de Flores da Cunha (RS) – assim como os anteriores, integrante da área de representação do Simplás. Até 31 de julho deste ano, considerando-se apenas os dois primeiros municípios beneficiados, o Plástico do Bem já encaminhou para a reciclagem mais de 30 toneladas de plástico limpo. E rendeu às escolas públicas quase R$ 30 mil. Já são, entre Farroupilha e Caxias do Sul, 78 escolas, 3.099 professores e 31.741 estudantes alcançados com as capacitações.

“É o grande diferencial do projeto, porque aponta para o futuro. Não se trata apenas de uma campanha de arrecadação. É mais do que isso. É uma mudança de comportamento e uma promoção de novos hábitos que serão adotados e cobrados de toda sociedade por estas crianças e jovens que estão hoje tendo contato com o produto e recebendo conhecimento”, observa o presidente do Simplás, Gelson de Oliveira.

Dos cerca de 60 associados do início dos trabalhos, o hoje o Simplás representa mais de 400 empresas de transformação que geram cerca de 9,5 mil empregos diretos em oito municípios (Caxias do Sul, Coronel Pilar, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Nova Pádua, São Marcos e Vale Real), com estimativa de faturamento anual superior a R$ 3 bilhões. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), pelo número de empresas instaladas, a região concentra o segundo maior polo de transformação de material plástico do país. E figura entre as cinco maiores geradoras de empregos do setor no Brasil. Em 2019, o Simplás completa 30 anos de fundação.

Diretorias do Simplás

1989-1992

Presidente: Sérgio Webber

1º vice: Cláudio Eberle

2º vice: Joni Moro

1992-1995

Presidente: Sérgio Webber

1º vice: Cláudio Eberle

2º vice: Nelson Bazei

1995-1998

Presidente: João Francisco Müller

1º vice: Audari Nagildo

2º vice: Nelson Neumann

1998-2001

Presidente: João Francisco Müller

1º vice: Antônio Masignan

2º vice: José Antônio Stangherlin

2001-2004

Presidente: João Francisco Müller

1º vice: Orlando Marin

2º vice: David Furlanetto

2004-2007

Presidente: Orlando Marin

1º vice: Remo João Boff

2º vice: David Furlanetto

2007-2010

Presidente: Orlando Marin

1º vice: Remo João Boff

2º vice: David Furlanetto

2010-2013

Presidente: Orlando Marin

1º vice: Victor Borkoski

2º vice: Eugênio Razzera

2013-2016

Presidente: Jaime Lorandi

1º vice: Gelson de Oliveira

2º vice: Plínio Paganella

2016-2019

Presidente: Jaime Lorandi

1º vice: Gelson de Oliveira

2º vice: Jobem Donada

GESTÃO 2019-2022

EFETIVOS

Presidente: Gelson de Oliveira

1º Vice-presidente: Eugênio Misturini

2º Vice-presidente: Orlando Marin

1º Secretário: Leocádio Nonemacher

2º Secretário: Paulo Francisco Weber

1º Tesoureiro: Mateus Bertolini Sonda

2º Tesoureiro: Jones Bellini

SUPLENTES

· Alessandro José Ferreira

· Cláudio Henrique Meneghel

· Daniel Pegoraro

· Jobem Donada

· Lourenço Stangherlin

· Samir Mattana

· Thiago Petersen

Conselho Fiscal

EFETIVOS

· Arnaldino Broliato

· Jaime Lorandi

· Ricardo Polo

SUPLENTES

· Maurício Martins

· Moacir Bisi

· Plínio Paganella

Delegados Representantes

EFETIVOS

· Gelson de Oliveira

· Orlando Marin

SUPLENTES

· Eugênio Misturini

· Jobem Donada

Fotos: Jonas Rosa

Consulta sobre facilitação de comércio no Mercosul e na Aliança do Pacífico

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), com objetivo de contribuir com prioridades para agenda de facilitação de comércio do Brasil com os demais países do Mercosul e da Aliança do Pacífico lança a consulta a seguir que servirá de base para as recomendações empresariais ao governo brasileiro.

A consulta deve ser preenchida diretamente por empresas que realizam operações de exportação e/ou importação com os países do Mercosul (Argentina, Paraguai e/ou Uruguai) e/ou da Aliança do Pacífico (Chile, Colômbia, México e/ou Peru).

Solicitamos aos membros da Coalizão Empresarial para Facilitação de Comércio e Barreiras (CFB), Coalizão Empresarial Brasileira (CEB) e do Fórum de Competitividade das Exportações (FCE) que divulguem o questionários para suas empresas associadas para maior alcance da consulta.

A consulta poderá ser respondida até o dia 19 de julho de 2019 e todas as respostas serão tratadas de forma sigilosa e de modo não individualizado, preservando a confidencialidade das informações.

Para quaisquer esclarecimentos, solicitamos entrar em contato com Ronnie Pimentel pelos e-mails cfb@cni.com.br ou fce@cni.com.br ou com Carolina Matos pelo e-mail ceb@cni.com.br.

Agradecemos desde já o interesse e reiteramos a importação da contribuição das empresas brasileiras.

Acesse a consulta clicando aqui. 

Exportador de serviços passa a usufruir da alíquota zero do IR sobre pagamentos no exterior

Com a publicação do Decreto nº 9.904/2019, nesta terça-feira (8/7), cerca de 12 mil exportadores de serviços podem usufruir da alíquota zero do Imposto de Renda (IR). O benefício incide sobre pagamentos realizados para fins de contratação de agentes no exterior, que atuam na intermediação de transações entre a empresa brasileira e seus clientes estrangeiros, assim como sobre a emissão de documentos realizada fora do Brasil.
A medida traz importantes aperfeiçoamentos ao Decreto nº 6.761/2009, referente à redução de 15% a 0% da alíquota incidente sobre valores pagos a residentes ou domiciliados fora do Brasil, gerando aumento de competitividade das exportações brasileiras e melhoria do ambiente de negócios.
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia (Secint/ME), a medida deve gerar uma economia superior a R$ 1,5 bilhão para as empresas. A alteração normativa significa, ainda, uma isonomia de benefícios entre exportadores de serviços e de bens, já que esses últimos já se beneficiam da redução do tributo.
Como obter o benefício
Para que o benefício do IR seja obtido, basta que as empresas continuem registrando o pagamento aos serviços mencionados, que estejam associados às suas exportações, no Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio, o Siscoserv.
O decreto publicado hoje também atualiza, conforme estrutura de governo estabelecida pela Lei nº 13.844, de 18 de junho 2019, a gestão dos registros das operações relativas a pesquisas de mercado e ações de promoção comercial em feiras e exposições de promoção do Brasil. Com a incorporação dos antigos Ministérios da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e da Fazenda pelo Ministério da Economia, foi revogado o procedimento anteriormente previsto de comunicação entre as Pastas por meio do envio de relatórios, trazendo mais agilidade e eficiência para a atuação do Estado.
A iniciativa do Ministério da Economia foi realizada por meio de trabalho conjunto entre as Secretarias Especiais de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais, de Produtividade, Emprego e Competitividade e da Receita Federal do Brasil, com discussões promovidas no âmbito do Grupo Técnico de Comércio Exterior de Serviços da Câmara de Comércio Exterior.

CNI: Questionário Impacto da cobrança do AFRMM no Drawback Isenção

Conforme informado pelas empresas exportadoras, em julho de 2018, a Receita Federal do Brasil (RFB) alterou o entendimento sobre a cobrança do AFRMM no Drawback Isenção, que antes era isento em duas modalidades de Drawback: Suspensão e Isenção, embora nenhuma nova norma que embasasse a mudança tenha sido publicada.

Diante desse novo cenário, a CNI está avaliando as possíveis ações de defesa de interesses e para isso, gostaria de entender o impacto causado pela mudança de interpretação da RFB quanto a cobrança do AFRMM no Drawback Isenção, através deste breve questionário de 5 perguntas.

Prazo para resposta: 12 de abril  de 2019 (informações sigilosas).

https://pt.surveymonkey.com/r/3GL3FCW

 

Acordo de Boas Práticas e Coerência Regulatória do Mercosul em vigor

O Acordo de Boas Práticas e Coerência Regulatória entrou em vigor no Brasil, no dia 14 de março. O documento foi assinado durante a Reunião da Cúpula do Mercosul, realizada em dezembro de 2018, no Uruguai.
Seu objetivo geral é reforçar e incentivar os órgãos reguladores dos Estados Partes a adotarem medidas de coerência regulatória, para impulsionar as boas práticas regulatórias e a acordar mecanismos de coerência regulatória, a fim de promover o estabelecimento de um ambiente regulatório que seja transparente e previsível tanto para os cidadãos quanto para os operadores econômicos.
Desta forma, os Estados Partes reforçarão e incentivarão a adoção de boas práticas regulatórias, a fim de facilitar o comércio de bens e serviços. Ressalta-se, que o Acordo prevê que as disposições apresentadas não afetarão os direitos dos Estados Partes nas suas estratégias de políticas públicas e nem nas suas prioridades regulatórias no âmbito e nos níveis de governo que considerem apropriados.

» Clique aqui para ler a íntegra do Acordo de Boas Práticas e Coerência Regulatória

Seguro de Crédito à Exportação para as Micro, Pequenas e Médias Empresas (SCE/MPME)

Foi retomado esse mês o Seguro de Crédito à Exportação para as Micro, Pequenas e Médias Empresas (SCE/MPME), agora com garantia da ABGF a partir de recursos próprios.

Neste primeiro momento, o SCE/MPME está disponível na modalidade “Pós-Embarque com Recursos Próprios do Exportador”, ou seja, Pós – Embarque sem intermediação de instituição financeira.

Sendo assim, a ABGF (Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias S.A.) oferece aos exportadores interessados o link de acesso ao cadastro do novo sistema (http://scempme.abgf.gov.br/cadastro) para que as informações prestadas à ABGF possam ser validadas, a saber:

– verificação do enquadramento de MPME (exportações até US$ 5 milhões e faturamento até R$ 300 milhões, ambos verificados, no caso, em 2018); e
– verificação de certidões negativas.

Após essas informações serem validadas, serão disponibilizados ao exportador o login e a senha de acesso ao novo sistema eletrônico desenvolvido pela ABGF para o registro, análise, acompanhamento e gerenciamento das operações com o SCE/MPME.

Vale informar que outras informações sobre o SCE/MPME ( cartilha, manual e apresentação) encontra-se no site da ABGF.

Para mais informações, favor entrar em contato:
Marcos Barbosa – (21) 2510-5052 – e-mail: marcos.barbosa@abgf.gov.br
Martha Touma – (21) 2510-5039 – e-mail: martha.touma@abgf.gov.br

Miguel Bahiense inicia trabalhos no GPA – GLOBAL PLASTICS ALLIANCE

Miguel Bahiense, diretor executivo do Think Plastic Brazil, está em Bali, Indonésia, falando sobre o Compromisso Voluntário pela Economia Circular dos Plásticos. Lançado pelo Coordenador da COPLAST – Comissão de Plásticos da ABIQUIM Edison Terra neste mês em alinhamento com os posicionamentos da Plastics Europe e ACC dos EUA. Confira detalhes na reprodução do post do Linkedin abaixo: 
Início dos trabalhos no GPA – GLOBAL PLASTICS ALLIANCE, Bali/Indonésia. Após mostrar as principais ações da Plastivida em 2018, fiquei orgulhoso por apresentar a parceiros internacionais que o Brasil, através de ABIQUIM, e em parceria com a Plastivida, lançou o Compromisso Voluntário pela Economica Circular dos Plásticos. Lançado pelo Coordenador da COPLAST – Comissão de Plásticos da ABIQUIM, Edison Terra neste mês, está alinhado com os posicionamentos da Plastics Europe e ACC dos Estados Unidos, e posiciona fabricantes brasileiros de resinas plásticas no plano global sobre o tema. Os objetivos do Compronisso Voltuntário são: a) Até 2040,100% das embalagens Plásticas serão reutilizadas, recicladas ou revalorizadas; b) Até 2030, como meta intermediária, 50% das embalagens plásticas serão reutilizadas, recicladas ou revalorizadas; c) Até 2020, todos os fabricantes de resinas plásticas associados da ABIQUIM devem adotar o manual de boas práticas “Perda Zero de Pellets”, aplicado no Brasil pelo Fórum Setorial dos Plástico – Por Um Mas Limpo (www.Porummarlimpo.org.br) Este é um convite aberto a empresas, parceiros associações de classe e membros da sociedade. hashtagomartemquenficarlimpo, hashtagfaçasuaparte, hashtaguseedescartecorretamente

Novo processo de exportação – Orientações e solução de dúvidas

Notícia Siscomex Exportação nº 104/2018 3/12/2018

Recomendamos consultar as páginas do Portal Siscomex para conhecer melhor o novo processo de exportação, suas principais funcionalidades e módulos, a fim de se evitar erros, dúvidas e registro indevido de incidentes na Central de Serviços do Serpro (CSS), assim como evitar penalidades.

Em especial, deve-se consultar os Manuais Aduaneiros da RFB, a página de perguntas frequentes de exportação e os diversos manuais disponíveis no Portal Siscomex. Nessas páginas também se encontram disponíveis orientações sobre como elaborar alguns tipos de notas fiscais eletrônicas e DU-E mais complexas, assim como informações específicas para as áreas de TI dos diversos intervenientes em um processo de exportação. Apenas nos casos em que se constate reais defeitos no sistema, e não em razão de desconhecimento do processo ou do sistema, deve-se registrar um chamado na CSS.

No caso de dúvidas não sanáveis pela leitura dos manuais e páginas mencionados, o usuário deve buscar orientações junto à unidade local ou regional da RFB ou, conforme o caso, enviar seus questionamentos para o serviço “Comex Responde” do Portal Siscomex. Logo abaixo encontram-se os links para as páginas mencionadas acima.
http://idg.receita.fazenda.gov.br/orientacao/aduaneira/manuais/exportacao-portal-unico/manuais-aduaneiros
http://portal.siscomex.gov.br/perguntas_frequentes/exportacao
http://portal.siscomex.gov.br/conheca-o-portal/ambiente-de-validacao-portal-unico-siscomex
Fonte Internet: Portal Siscomex, 03/12/18

Alteração na NCM em janeiro 2019 – Efeitos na NF de exportação e na DU-E

03/12/2018 – Notícia Siscomex Exportação nº 102/2018

Conforme publicado na Nota Técnica 2016.003, Versão 1.50, de novembro de 2018, do Sistema Nota Fiscal Eletrônica, a partir de 01/01/2019, serão extintos alguns códigos da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), enquanto outros serão criados. Consequentemente, alertamos para o fato de que o Portal Siscomex, a partir da mencionada data, não mais permitirá o registro de DU-E com os códigos extintos. Por essa razão, o exportador que utilizar os códigos que serão extintos para emitir notas fiscais de exportação até o dia 31/12/2018 deverá registrar a DU-E correspondente até esse mesmo dia, ou elas não mais poderão ser utilizadas no Portal Siscomex.
Pela mesma razão, todas as notas de remessa com fim específico de exportação, para formação de lote, por conta e ordem de terceiro, para depósito fechado ou armazém geral e qualquer outra nota relacionada a operações de comércio exterior e que for emitida utilizando-se os códigos NCM a serem extintos deverão ser utilizadas até o dia 31/12/2018, ou não mais poderão ser recepcionadas no módulo CCT do Portal Siscomex. Ainda pela mesma razão, para essas mesmas notas, quando elas já tiverem sido recepcionadas no módulo CCT, mas não forem totalmente exportadas ou referenciadas em DU-E até o dia 31/12/2018, o seu emitente deverá retornar a quantidade ainda não exportada e emitir nova nota fiscal com essa mesma quantidade, mas com o novo código NCM. A nova nota deverá ser recepcionada pelo depositário respectivo, ficando a cargo da RFB e do Serpro providenciarem posteriormente a baixa no CCT da quantidade retornada.
Alertamos ainda que esse mesmo procedimento deverá ser seguido sempre que houver a extinção de códigos na NCM.

Missão Comercial Think Plastic Brazil ao Oriente Médio foca em Casa e Construção

Empresários brasileiros estarão, junto ao Think Plastic Brazil, em missão comercial ao Oriente Médio, de 21 a 28 de novembro de 2018, pelo Catar e pelos Emirados Árabes. O trabalho será realizado em parceria com a Câmara Árabe e tem como objetivo aproximar o mercado de plásticos brasileiro de potenciais compradores em países como Emirados Árabes Unidos e Oriente Médio. As empresas Alfamec, Astra, Indústria Bandeirantes, IVPlast, Plasutil, Promaflex, Sansuy e São Bernardo apresentarão seus produtos aos compradores internacionais e participarão das atividades de mercado. O programa Think Plastic Brazil é realizado pelo INP (Instituto Nacional do Plástico) em parceria com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).

“Um dos benefícios aos empresários será a apresentação do Estudo de Mercado sobre o Oriente Médio relacionado aos NCMs participantes na missão. Para os compradores internacionais será a chance de conhecer os produtores nacionais nas visitas técnicas a lojas e pontos de vendas de artigos para Casa & Construção; lojas de grandes superfície, lojas especializadas, Portos, Zonas Livres, Consulados e outras entidades governamentais e privadas”, explicou Gilberto Agrello, especialista do Think Plastic Brazil e responsável pela organização da Missão.

O período escolhido para a Missão é simultâneo à Feira Big5: www.thebig5.ae, que terá visita técnica acompanhada dos especialistas do programa de exportação. Serão realizados também seminários de capacitação sobre temas de competitividade regional e cultura comercial, nos dois países a serem visitados.

Mercado árabe

O setor de construção civil desponta como um dos principais indutores do processo de diversificação das economias nos países árabes, principalmente os exportadores de petróleo da região do Golfo Arábico. Já mundialmente reconhecido como um país com grande desenvolvimento desse setor, os Emirados Árabes Unidos despontam como local onde grandes investimentos têm sido realizados, abarcando desde projetos de infraestrutura, passando por construções habitacionais e comerciais, até vultuosos empreendimentos voltados ao turismo e lazer.

O Catar, por sua vez, atravessa duas situações distintas nas quais a atenção do mundo se volta para ele, além da alta demanda de projetos de infraestrutura e construção civil, a realização da Copa do Mundo de 2022 também trouxe novas oportunidades no setor de construção principalmente de hotéis, restaurantes, modernização e construção de novas cidades, além dos próprios estádios e instalações do evento.

Outro fator que torna o Catar uma grande opção de negócios e investimentos é o embargo econômico por terra, mar e ar decretado contra o Catar pelo Conselho de Cooperação do Golfo. Esse embargo, que não afetou as relações comerciais entre o Brasil e o Catar, pode ocasionar o aumento das exportações brasileiras para o país, pois este precisará de novos parceiros comerciais para suprir o espaço deixado por hora pelos outros países do GCC.

Do lado dos Emirados Árabes Unidos, recursos financeiros para viabilizar tais projetos não são problemas. Os fundos soberanos desse país assim como os do Catar figuram entre os maiores do mundo em volume de recursos. Ambas economias figuram entre as que possuem maior PIB per capita no mundo e desfrutam de um ambiente amigável à realização de negócios. São países considerados desenvolvidos e que cada vez mais se adequam às boas práticas na realização de negócios internacionais. Para ambos, vislumbra-se ampliação e a intensificação do fluxo de comércio e de pessoas com esses países, tornando-os não só importantes vitrines dos produtos brasileiros nos países árabes e, também, aos outros países com predomínio da população muçulmana, mas também como plataforma de reexportação para Europa, África e Ásia, dados os acordos comerciais desse grupo de países.