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Especial: 10 anos do Programa Think Plastic Brazil

Projeto ajuda a promover competitividade do plástico do Brasil ao oferecer inteligência às empresas


201312_Think_10_yearsPense no plástico do Brasil. O verbo, em inglês, no imperativo, convida a conhecer mais de perto um setor que cresce há mais de dez anos no Brasil agregando inovação e ganhando mercado no exterior. O Think Plastic Brazil, responsável por promover as exportações das indústrias brasileiras de transformado plástico e por atrair parceiros estrangeiros, completa dez anos com resultados expressivos na geração de negócios e na presença do país nas grandes feiras globais do setor.

Em dezembro de 2003, a partir de uma parceria da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) e grandes players do setor plástico – Petrobras, centrais petroquímicas, produtores de resinas termoplásticas e transformadores -, surgiu  o Export Plastic, hoje Think Plastic Brazil. A iniciativa tinha como principais atividades atrair compradores internacionais para o Brasil e levar as empresas brasileiras ao mercado externo.

Para Marco Wydra, gerente executivo do Programa desde 2007, este é um bom exemplo de como a parceria entre os setores público e privado pode render bons frutos. “Empresas e governo têm de andar em sintonia”, diz. “O país onde nasci, a Alemanha, sempre mostrou que o setor público é responsável por criar um ambiente interessante para o setor privado investir. Hoje vemos [no Brasil] essa vontade – e vai melhorar ainda mais.”

Para as empresas, o verbo dá lugar a um adjetivo: competitividade. Luciano Guidolin, vice-presidente de Poliolefinas e Renováveis da Braskem e Presidente do INP, diz que “o Programa representa uma importante ação de fomento e promoção da exportação dos transformados plásticos brasileiros” ao oferecer ativos de grande valor que são a inteligência de mercado e os contatos de negócios. Conhecimento e networking, em outras palavras.

“Apoiadas por meio das ações do Programa, diversas empresas iniciaram sua atividades de exportação ou incrementaram seus volumes exportados, o que se traduz em ganho de competividade, inovação e rentabilidade para o setor.”

Segundo Mauricio Borges, presidente da Apex-Brasil, apoiadora desde o começo, o projeto Think Plastic Brazil, parceria da Apex-Brasil e Instituto Nacional do Plástico (INP), tem contribuído para levar para os grandes mercados globais a qualidade e a inovação dos produtos brasileiros do setor de plástico.

“As cerca de 90 empresas que participam do projeto vêm se beneficiando de ações inovadoras de promoção comercial, de imagem e de relacionamento com compradores estrangeiros.”

Borges enfatiza também o importante desenvolvimento do Programa ao logo dos anos.  “Além da evolução das exportações, que passaram de 33 mil toneladas de produtos em 2004, para as cerca de 150 mil toneladas que devem ser exportadas este ano, merece destaque o desenvolvimento de produtos de qualidade e adequados às necessidades e desejos dos consumidores dos grandes mercados globais. E a indústria transformadora de plástico apresenta um grande potencial para contribuir e aumentar a base exportadora do Brasil, em razão do grande número de empresas, especialmente pequenas e médias que compõem o setor”, ressalta.

Nestes dez anos, as empresas se mostram cada vez mais abertas ao mercado internacional. Elas também usam substantivos – aprendizado e negociação. Trata-se de não só entender como vender para o exterior, mas reconhecer o que o mercado demanda (no Brasil e lá fora) e inserir tais questões em suas estratégias.

CONHEÇA O PROGRAMA: www.thinkplasticbrazil.com

Fonte: Think Plastic Brazil